Apaixona-me tua suave beleza
Me faz querer-te novamente
E relaxar na tua correnteza
Desejo ser peixe, mata ciliar, mas sou gente.
Em teu leito quero deitar
Contemplar as pequenas ondas que vêm e vão.
Ouvir a magia de suas águas a balançar...
Águas escuras e insípidas de inverno e verão.
Os passantes sempre querem voltar
E banhar-se novamente nessa fonte de desejo sem igual
Que a caprichosa natureza quis nos presentear.
O mar talvez seja belo, eu não sei, não o conheço.
Mas conheço outra jóia natural:
O Igarapé Preto, pelo qual a Deus agradeço!
(Eliciane Cauassa - estudante da Escola Craveiro Costa em 2007).
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